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Tradeoffs do Runtime

Tradeoffs do Runtime

O runtime do Collab.codes é desenhado para tornar a entrega de aplicações empresariais mais rápida, mais reutilizável e mais fácil de governar.

Essa arquitetura tem tradeoffs. Eles devem ser explícitos.

O que o runtime otimiza

O runtime favorece:

  • criação mais rápida de aplicações cliente;
  • reaproveitamento de fundações frontend e backend;
  • separação clara entre plataforma e regra de negócio;
  • entrega orientada a SPA e PWA;
  • execução orientada a BFF;
  • carregamento por rota;
  • customização sem perder opinião técnica.

O que ele exige do time

O modelo exige disciplina.

Times precisam entender onde cada preocupação pertence: projeto cliente, common runtime, master frontend, master backend, serviço de plataforma ou processo de publicação.

Principais tradeoffs

Espere estes custos:

  • mais disciplina de configuração;
  • múltiplos projetos e dependências pinadas;
  • curva inicial maior;
  • fronteiras mais fortes entre lógica do cliente e fundações compartilhadas;
  • ownership mais claro das decisões de produto.

Bom encaixe

O runtime encaixa bem quando o cliente espera criar e evoluir mais de uma aplicação empresarial, reaproveitar padrões, manter governança visível e evitar reconstruir a mesma fundação repetidamente.

Mau encaixe

Ele encaixa pior em protótipos pontuais nos quais a aplicação não vai evoluir, não precisa de governança e não se beneficia de fundações reutilizáveis de runtime.

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